quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Cresce o número de animais abandonados nas férias

As cidades brasileiras já estão vivendo o clima de fim de ano. Nessa época as atenções estão voltadas para as festas de confraternização, presentes, a ceia de natal e a tão esperada férias. Porém, há uma constatação preocupante. É justamente nesse período que aumentam os casos de animais abandonados. Segundo veterinários e ativistas dos direitos animais esta prática vem se tornando comum devido à banalização e comércio desenfreado de filhotes e as viagens comuns nessa época.

Se comparar com os outros meses do ano, de novembro a fevereiro o abandono de animais domésticos aumenta cerca de 70%. O levantamento foi feito em 2011 pela ARCA Brasil – Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal. O que mais assusta é que este número pode ser ainda maior, de acordo com o presidente da entidade Marco Ciampi. “A estimativa foi feita apenas com base nas informações que chegam ao nosso conhecimento”, diz.

Para o especialista, esse cenário é uma combinação de fatores como negligência e a posse irresponsável dos animais, com destaque para a procriação sem controle, cuja melhor forma de prevenir ainda é a esterilização ou castração.


Os principais argumentos são “vou viajar e não tenho onde deixar meu animal” e “meu filho ganhou um filhote de presente e não posso ficar”. Além disso, há quem atribua o abandono a uma mudança de residência, à idade do cão e ao fato de o companheiro não gostar do animal. 
A verdade é que nada justifica o abandono – crime previsto em lei, afinal, o tutor responsável deve planejar e incluir o animal em todos os momentos de sua vida. Se você não pode arcar com essa responsabilidade, não está apto a ter um animal.

O costume de presentear amigos e parentes com animais de estimação em datas especiais também representa um grande problema, pois nem sempre estão dispostos a cuidar deles.
A família deve dispor de um local apropriado para o animal viver, ter condições financeiras para alimentá-lo e garantir cuidados veterinários adequados e dispor de tempo para cuidar dele - incluindo na programação diária passeios e exercícios com o bicho. Todas essas condições devem ser mantidas por 10 a 20 anos, enquanto o animal viver.

Abandonar animais é crime cometido por pessoas sem caráter que devem ser denunciadas para que sejam punidas e nunca mais voltem a cometer maldades contra seres indefesos. 
Se você se deparar com qualquer situação de abandono ou maus-tratos, denuncie à polícia!

E lembre-se que o CCZ não recolhe e nem recebe animais que as pessoas não querem mais. Animal não é objeto descartável e deve ser tratado com respeito e responsabilidade. 



quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Chuvas e calor trazem animais peçonhentos: veja os cuidados a tomar



verão é uma época muita aguardada: férias, calor, praia, piscina... Mas o verão traz chuvas e, com elas, surgem muitos animais peçonhentos.
calor e a chuva aumentam a possibilidade de ocorrência de acidentes com animais peçonhentos (escorpiãoaranhacobra) porque, na época do verão, eles saem à procura de abrigos secos, que podem ser a nossa casa.

Onde acontece a maior parte dos acidentes?

Segundo os dados do Programa Estadual de Vigilância e Controle dos Acidentes por Animais Peçonhentos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, de janeiro a setembro de 2016, 57,4% dos registros de acidentes com animais peçonhentos ocorreram em zonas urbanas e 40,3%, em zonas rurais.
As concentrações dos casos variam de acordo com a localidade e o tipo de animal. Segundo Andréia Santos, técnica do órgão: “Geralmente em áreas urbanas, que concentra 12.445 casos, a maioria dos acidentes envolvem escorpiões (73,2%), seguido por aranhas (8,2) e abelhas (7,4%). Nas áreas rurais a maior incidência de casos também envolvem escorpiões (51,6), seguido por serpentes (17,6%) e aranhas (16,4%)”.

O que fazer em caso de acidentes?

Andréia orienta que a vítima deve ser mantida calma, para evitar que faça movimentos bruscos. O membro acometido deve ser mantido mais elevado em relação ao restante do corpo. A pessoa deve ser encaminhada o quanto antes para o serviço de saúde para ser atendida. Ela sugere que, se for possível e não apresente risco de um novo acidente, o animal envolvido deve ser levado também ao local de atendimento, para facilitar o diagnóstico.



Tratamento

Na maior parte dos casos, o tratamento é feito com soro, elaborado a partir de um concentrado de anticorpos para combater o agente tóxico que atua no corpo do paciente.
Por isso é tão importante a correta identificação do animal que causou a picada, porque facilita o diagnóstico e o tratamento, já que para cada tipo de veneno, há um soro específico preparado com a mesma toxina do animal peçonhento.
Os soros antipeçonhentos são distribuídos gratuitamente pelo Ministério da Saúde, em todo o país, para a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Quais cuidados tomar?

Alguns cuidados previnem acidentes com animais peçonhentos:

Em casa

- Seja cuidado ao entrar em locais que estão fechados há muito tempo;
- Bata os colchões e a roupa de cama antes de usá-los;
- Balance cuidadosamente roupas, sapatos, toalhas que ficaram no imóvel durante o período em que permaneceu fechado;
- Afaste as camas das paredes e evite pendurar roupas fora dos armários;
- Vede frestas e buracos em paredes e assoalhos;
- Limpe o interior e o exterior da casa usando luvas, botas e calças compridas;
- Evite o acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção próximo à casa;
- Nunca colocar as mãos em buracos ou frestas;
- Caso encontre algum animal peçonhento dentro de casa, afaste-se dele sem assustá-lo e entre em contato com o centro de controle de zoonoses da sua cidade. Lembre-se que estes animais só atacam para poderem se defender, portanto não os provoque.

Fora de casa

- Se estiver em algum lugar ao ar livre, verifique cuidadosamente a área em volta onde você pretende instalar-se;
- Em regiões de mato alto, use sempre calça comprida e botas;
- Próximo a matas e na beira de estradas, evite deixar as portas do carro abertas, principalmente ao anoitecer;
- Nunca pegue animais peçonhentos com as mãos, mesmo que eles pareçam mortos;
- Fazer um controle do número de roedores pode evitar a aproximação de serpentes peçonhentas, que se alimentam deles.

fonte: https://www.greenme.com.br/morar/faca-voce-mesmo/4618-chuvas-e-calor-animais-peconhentos-cuidados

Preservar o meio ambiente é preservar a saúde.


Doenças ambientalmente induzidas
As doenças e epidemias que aparecem mais acentuadamente na época das chuvas não estão ligadas apenas a ocorrência das precipitações pluviométricas, mas a fatores muito anteriores e relacionados direta ou indiretamente ao trato da questão ambiental, como veremos.
Como se sabe a explosão demográfica ocorrida nas últimas décadas elevou o número de habitantes da terra para mais de 6 bilhões de pessoas, estando o Brasil próximo a casa dos 200 milhões de pessoas, o que não é um exagero pelo nosso tamanho continental, não fosse a concentração populacional nas cidades, principalmente nas grandes metrópoles acarretando enorme bolsões de pobreza e suas conseqüências ambientais.
Isto acrescido da falta de saneamento básico adequado com insuficiência de aplicação de verbas públicas no setor, educação, políticas públicas efetivas, além da falta de conscientização e de vontade política dos agentes públicos têm mantido condições propícias para o surgimento de muitas doenças e epidemias ligadas direta ou indiretamente ao fator ambiental. Além disso, a degradação ambiental gerada pela falta de zoneamento  ambiental – ou inadequados/desrespeitados quando existem, do Poder Público em todas as suas esferas, a ganância exagerada de muitos loteadores que não dão atenção aos aspectos ambientais dos empreendimentos, a falta de consciência ecológica da maioria dos proprietários de imóveis e das indústrias, tornam-se fatores relevantes na crescente piora da situação da saúde pública.
Como se sabe muitas doenças encontram ambiente favorável com proliferação de animais que vivem em ambientes insalubres como os ratos, mosquitos e moscas, os quais por sua vez são hospedeiros e/ou disseminadores de muitas moléstias como a leishmaniose, toxoplasmose, doença de chagas, febre amarela e malária. São as chamadas zoonoses, isto é doenças compartilhadas simultaneamente pelo homem e pelos animais.
Portanto, estas doenças são altamente induzidas pelos fatores ambientais, caracterizados estes pela degradação da qualidade ambiental, tanto na área urbana quanto rural, de forma que no seu combate as medidas de preservação e saneamento são primordiais. Outra forma de evitá-las é através da informação e educação para prevenção.

fonte: http://www.aultimaarcadenoe.com.br/medicina-do-viajante/

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Animal não é brinquedo.



Ter um animal é uma decisão muito pessoal, que envolve planejamento e comprometimento. É por isto que não se deve dar animais de presente, pois nunca se sabe se a pessoa presenteada realmente terá condições, tempo, disponibilidade, e tudo mais necessário para proporcionar uma vida feliz a este animal. Com esta atitude, você pode estar causando um enorme problema para a pessoa presenteada, mas muito maior para este animal, reduzido a objeto. Respeite os animais. 



Tempo de decomposição de materiais.



NÃO JOGUE LIXO NAS RUAS, EM CÓRREGOS, TERRENOS OU MATAS. 
RECICLE E DESCARTE O SEU LIXO CORRETAMENTE E COM RESPONSABILIDADE. 
A POLUIÇÃO DO AMBIENTE CAUSA DOENÇAS, GASTOS  E MUITOS TRANSTORNOS PARA TODA A POPULAÇÃO.




Faça sempre o descarte correto do seu lixo!

  Um dos maiores responsáveis pelos alagamentos nas cidades é o lixo, que entope bueiros e canalizações. Evite doenças e perdas materiais. Portanto, seja educado e consciente:
• Jogue o lixo na lixeira;
• Não jogue lixo em terrenos baldios ou na rua;
• Não jogue papel e lixo na rua;
• Não jogue troncos, móveis, materiais e lixo que impedem o curso do rio, provocando transbordamentos;
• Não jogue lixo nos bueiros (bocas-de-lobo) para não obstruir o escoamento da água;
• Limpe telhados e canaletas das águas para evitar entupimentos;
• Não jogue lixo nos arroios ou córregos;
• Procure acondicionar o lixo, observando os horários de coleta;
• Não construa próximo a córregos que possam inundar;
• Não construa em cima de barrancos que possam deslizar, carregando sua casa;
• Não construa embaixo de barrancos que possam deslizar, soterrando sua casa.
A cidade é a sua casa, mantenha-a limpa!

fonte: http://www.jatai.go.gov.br/index.php?option=com_content&id=3776:seja-educado-nao-jogue-lixo-nas-ruas&Itemid=247





Ao descartar o lixo sem os devidos cuidados você causa problemas para toda a comunidade. Seja um cidadão consciente ajude a cuidar da sua cidade. 



sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Planejar as férias inclui os cuidados com os animais.

Fim de ano, férias, festas… Datas normalmente muito esperadas por aqueles desejosos de descanso após um ano intenso de trabalho. Nesse momento, provavelmente o seu animal de estimação observará a movimentação em casa e partilhará da animação da família. Afinal, ele sente o que é sentido coletivamente. Malas prontas, o bichinho entra no carro. Alguns quarteirões à frente, e um de seus “tutores” o leva para fora. “O que será que vai acontecer?”, pensa ele, animado. O carro parte e o animal fica sozinho. Ele corre e late atrás do carro. “Ei, vocês me esqueceram!”. O veículo continua a andar e os passageiros finalmente poderão curtir suas férias sem qualquer compromisso.

Esse é o triste conto de Natal que se repete todos os anos, com as devidas modificações e peculiaridades de cada caso, mas com algo em comum em todos eles: Depois de abandonado, o animal estará sujeito a maus tratos na rua e poderá se reproduzir sem qualquer controle, auxiliando a aumentar a população de animais de rua, que já é uma superpopulação.
O abandono é um problema mais profundo que a simples displicência de seres humanos em relação aos animais que um dia se comprometeram a proteger. É preciso pensar num fenômeno muito forte em nossa sociedade: A coisificação.
É a coisificação que nos faz dar animais de presente em datas comemorativas, dar pintinhos como “prendas” em pescarias de festa junina, comprar um animal, escolhendo-o não pelo afeto que ele desperta ou por seu temperamento, mas por sua aparência ou pelo status que sua raça oferece; é a coisificação que nos faz esquecer que o animal que deixamos sozinho na rua tem uma história, afetos, apegos e medos tal como nós, além de suas necessidades básicas.
É preciso repensar e desenvolver a empatia como um músculo: Em que momento de nossa história como seres humanos, a possibilidade de comprar e vender coisas nos fez acreditar que poderíamos comprar, vender e descartar vidas como se faz com objetos? Ou que, por exemplo, um carro, que não sente medo, fome ou dor e é objeto de tanto apego para alguns, é mais importante que um ser mamífero como nós, senciente e afetuoso? Longe de querer ofender os colecionadores de quaisquer objetos, gostaríamos apenas que todos nós aproveitássemos esse momento de fim de ano, em que existe um aumento na sensibilidade coletiva, para pensar nossas atitudes em relação à vida. E não só a nossa vida, ou a vida de nossa família e de nossos amigos. Mas a vida de todos os seres que nesse momento, habitam o planeta Terra.
Dados da ONG Arca Brasil apontam que o abandono de animais cresce em média 70% durante o fim do ano.
Os “tutores” geralmente deixam esses animais em terrenos vagos, universidades, na porta de abrigos e até em hotéis para animais. Ao invés do abandono, existem diversas outras possibilidades dentro do viés da posse responsável. São elas:
5 formas responsáveis de cuidar do seu animal de estimação durante as férias

1) Não dar animais como presentes: É muito comum que se dê animais de presente para crianças, ou que se adote ou compre por impulso por considerá-lo muito bonito, ou pelo momento. Aconselhamos que você pense muito antes de adotar ou comprar um animal. Ter a companhia de um bichinho é maravilhoso, mas os momentos bons trazem consigo responsabilidades.
Muitas vezes a criança para quem se presenteou o animal não se dá bem com ele, ou ainda não possui maturidade o suficiente para cuidar dele sozinha. Nesse caso, é preciso que um adulto da família tome para si a responsabilidade sobre a vida do bicho, ou que esse adulto se comprometa a ensinar a criança a cuidar dele de uma forma responsável, o que será maravilhoso para a educação desse indivíduo.
Se você deseja ter um animal em casa, pense muito e pesquise mais ainda!
Lembre-se que se você decidir em algum momento que não quer ter um animal em casa depois de já tê-lo, quem sofrerá mais será ele.
2) Pedir para que alguém de confiança cuide do animal nos dias em que você estiver ausente: Nessa opção, alguém de confiança se responsabiliza por ir uma ou mais vezes ao dia na sua casa alimentar o animal e dar a ele atenção. Essa é uma boa opção para curtas temporadas fora de casa, ou para um último caso, visto que o animal passará muito tempo sozinho, ainda que alimentado.
Além disso, com o fim de ano, o advento dos fogos de artifício poderá se tornar um grande transtorno. O nosso raciocínio deve envolver o fato de que se a solidão é difícil para nós, seres humanos, que damos a ela significados, imagine a um cão ou um gato, que até onde sabemos não fazem isso.
3) Deixar o animal na casa de alguém de confiança/Pet Nanny: Nesse caso, o animal ficará na casa de um indivíduo escolhido pela família. Trata-se de uma boa opção e nela, deve-se levar em conta questões adaptativas do bichinho, deixando a pessoa que irá cuidar dele ciente de seus hábitos e peculiaridades.
No caso da/do Pet Nanny, o cuidador ou cuidadora será pago para cuidar do animal durante a temporada fora de casa. Atualmente não é tão difícil encontrar o serviço de Pet Nanny, que é bem interessante para quem não deseja incomodar familiares, vizinhos, ou não tem com quem deixar.
4) Deixar o animal num hotelzinho para animais: O número de hoteizinhos em diversas cidades do Brasil cresceu consideravelmente nos últimos anos. É uma boa opção. Em alguns hotéis, os cuidadores chegam a dormir no mesmo espaço que os animais, para garantir que “tudo ficará bem”. Nesse caso é preciso ter boas referências do local e estar com a vacinação em dia, visto que a maioria dos hotéis não aceita (nem deve aceitar) animais com as vacinas atrasadas.
5) Levar o animal na viagem: Essa possibilidade pode ser praticamente excluída no caso de animais idosos, animais com problemas sérios de saúde, que não foram vacinados ainda (filhotes) ou que não estão com a vacinação em dia. Aparte todos esses casos, é possível levar seu animal para viajar desde que o meio de transporte seja escolhido de acordo com o tempo de viagem: Viagens curtas podem ser feitas de carro ou ônibus, de preferência em horários mais frescos, para evitar enjôo, diarréia e inapetência. É preciso verificar, no caso das viagens de ônibus, se a companhia permite o transporte de animais e se sim, quais são as outras condições necessárias para isso, como documentos e atestados.
Viagens longas podem ser feitas de avião. Algumas companhias aéreas permitem que o animal seja levado em caixa de transporte junto ao dono, na cabine, outras permitem apenas que ele seja transportado no compartimento de carga. Assim como no caso das viagens de ônibus, nesse tipo de viagem também é exigida a apresentação de uma série de documentos e atestados.
A partir do momento em que se está disposto a enfrentar as burocracias para isso, aproveitar a viagem junto ao seu animal pode ser uma experiência muito boa. Afinal, ele também é da família e vai se sentir bem compartilhando com você esse momento de diversão e de descanso.
Essas são 5 formas responsáveis de cuidar do seu animal de estimação durante as férias; possibilidades que vão permitir que você aproveite as férias de fim de ano com a consciência limpa!
Abandonar nunca foi e nunca será uma possibilidade. Cuidar de um animal é um compromisso. Lembre-se: É preciso honrar os próprios compromissos antes de pedir isso a sua família, ao seu chefe, ao governo, ou a quem quer que seja.






AS FÉRIAS ESTÃO CHEGANDO, LEMBRE-SE QUE O SEU ANIMAL É SUA RESPONSABILIDADE. PORTANTO, SE NÃO PUDER LEVÁ-LO JUNTO NA VIAGEM, PROVIDENCIE COM ANTECEDÊNCIA UM LUGAR ONDE ELE POSSA FICAR EM SEGURANÇA E SER BEM CUIDADO ATÉ QUE VOCÊ VOLTE. NÃO VÁ DEIXAR PARA A ÚLTIMA HORA!!!
ABANDONO NÃO É OPÇÃO, É CRIME MESMO!