sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Não seja um mau exemplo.

 
 


Dê o bom exemplo e ensine seus filhos a respeitar e saber conviver bem com os animais.
 
 
 

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Respeite os animais e evite acidentes.





Respeitar e conhecer o comportamento dos animais é importante para evitar acidentes.
Os adultos têm o dever de ensinar as crianças e respeitar e a se comportar na presença os animais. 
Crianças pequenas não devem ser deixadas sozinhas com animais, sem a supervisão de um adulto responsável.





Adoção só se for responsável.


Dicas e cuidados – Projeto Batalha Animal – São Paulo
A doação de cães,gatos e outros animaizinhos exige certos cuidados.
Mesmo conhecendo o candidato à adoção, ou este sendo indicado de algum amigo ou parente, procure conhecer pessoalmente a pessoa e o local para onde o animal vai. Fique atento para que o bichinho não seja levado para qualquer lugar ou seja repassado para terceiros.
Doações pela Internet também têm ajudado muitas pessoas e animais, porém alguns cuidados devem ser tomados.
Algumas ONGs de proteção animal costumam pedir para o adotante: xerox de RG, CPF e comprovante de residência, além assinatura de termos de compromisso de posse responsável, onde a pessoa se prontifica a devolver o animal em caso de maus tratos ou inadaptação do mesmo.
Caso você não queira fazer estes procedimentos, pelo menos peça telefone, endereço e visite o local antes de levar o animal. Você tem o direito e o dever de saber onde e em que condições o animal vai viver.
Não permita que o adotante vá buscar o animal. Caso a pessoa não queira fornecer o endereço, não doe.
Fique atento para que o animalzinho não caia nas mãos de pessoas:
a) Desequilibradas que agridem ou matam os animais porque estes fizeram suas necessidades em local errado, ou roeram/arranharam um objeto
b) Psicopatas que adotam cães e gatos para matar por prazer
c) Pervertidos que adotam cães e gatos para estuprá-los
d) Que adotam animais para serem sacrificados em rituais religiosos
e) Que adotam animais para alimentarem cobras de estimação
f) Pessoas que já têm vários animais, compram/ adotam vários animais por impulso e sempre querem mais um.Passado um tempo desfazem-se dos bichos
g)Criadores inescrupulosos que adotam animais não castrados para confinarem os mesmos em canis ou gatis pequenos e sujos, tirando cria indiscriminadamente, para descartá-los aos 6/7 anos quando não poderão mais procriar. Alguns até criam os animais em gaiolas.Desconfie de quem tem muitos animais e quer fêmea de raça, porém os machos também são usados para procriação, podendo ser descartados depois de um tempo.Nem sempre essas pessoas possuem canil, às vezes são criadores de fundo de quintal que têm a ilusão de ganhar dinheiro com criação de animais.
Castre o animal antes de doá-lo para evitar que ele seja explorado comercialmente por estas pessoas que visam apenas tirar crias para vender. Com isso você também estará contribuindo para o controle de natalidade animal, evitando nascimento descontrolado, abandono e morte de cães e gatos.
h)Pessoas que querem o animal apenas para guarda. Geralmente, animais adotados para este fim não terão carinho nem passeios, terão uma vida de isolamento e quando envelhecerem/ adoecerem poderão ser abandonados por não servirem mais para guarda.
Se você decidir doar assim mesmo, visite o local antes para ver se vão deixar o cão em um lugar adequado, com segurança, bom espaço, abrigo para chuva e sol, e não acorrentado ou confinado em pequenos canis de fábricas, estacionamentos, empresas, postos de gasolina, depósitos, favelas, sítios, fazendas…Se você gostar do local e decidir doar um animal para guarda, sugira a adoção de um casal castrado para que um faça companhia para o outro, evitando que o cão fique sozinho e deprimido.
Atenção: Atualmente tem pessoas adotando cães de grande porte para alugá-los para guarda. Muitas vezes estes animais são alimentados dia sim, dia não, e quando ficam doentes e velhos são descartados.
Dê preferência para famílias que tenham condições financeiras para arcar com gastos (rações, vacinas, produtos para parasitas), e que possam cuidar do animal com carinho.
Explique que o animal deve ser devolvido para você caso ele não se adapte, para que você possa escolher outra pessoa para adotá-lo. Se você não aceitá-lo, saiba que ele poderá ser repassado para qualquer pessoa, e você o perderá de vista.
*Atenção com doações para crianças ou jovens, conversar com os pais ou responsáveis é fundamental.
*Atenção para doar animais para casais jovens sem filhos, é comum o abandono do bichinho após o nascimento de bebês. Converse sobre isto com eles.
*Atenção com doações para pessoas que moram em casa/ apartamento de aluguel, é freqüente o abandono dos bichos quando estas pessoas vão mudar. Converse sobre isto com os adotantes.
*Atenção com doações de cães e gatos adultos para sítios ou casas de veraneio. Eles poderão fugir e nem sempre os caseiros cuidam bem do animal. Animais adultos que vão para sítios vão instintivamente correr atrás de outros animais como galinhas, porcos, etc…,por causa deste comportamento muitos cães e gatos apanham, são mortos ou vivem aprisionados nestes lugares.Alguns fogem e ficam perdidos no mato ou morrem atropelados nas estradas. Os filhotes ainda podem crescer acostumados soltos com outros animais.
*Atenção!É comum que o animal estranhe o novo ambiente e tente fugir. Por segurança, se possível, doe o animal com uma coleira com plaquinha de identificação com o seu telefone celular e/ou do novo proprietário com código da cidade. Vários pet shops vendem plaquinhas.
O microship é outra forma de identificar o animal, porém no Brasil este método ainda é pouco conhecido.O ideal é identificar o animal com microship e plaquinha.
Os sites de doação/adoção são muito úteis para ajudá-lo a recolocar um animal, mas procure orientar-se com protetores e Ongs de proteção animal, que poderão ajudá-lo na divulgação do bichinho. Não tenha pressa, às vezes escolher uma pessoa adequada pode demorar dias, semanas e até meses.
CUIDADO COM AS DOAÇÕES FEITAS EM FEIRINHAS OU PETS: Faça a pessoa preencher o termo de posse responsável, pegue xerox do CPF, RG e comprovante de residência do candidato à adoção. Depois leve o animal pessoalmente na residência do adotante.
O importante é que o animal seja bem colocado, não seja abandonado futuramente, ou fuja por negligência dos adotantes.
Tenha em mente que o adotante deve ser responsável, ter condições financeiras, local adequado e tempo para cuidar do bicho.
Segundo algumas Ongs de proteção animal, os casos de maus tratos e morte de animais vêm crescendo. Todo cuidado é pouco.
A mídia tem noticiado com freqüência casos da animais arrastados por carros, espancados e mortos e também casos de pseudo protetores que adotam animais para os matarem.
Fique atento.Não doe sem checar as informações e sem ir na casa do adotante. Algumas pessoas são muito simpáticas e sedutoras, mas podem mentir dando nome, telefone e endereço falsos.
Pesquise sites de adoção/doação de animais na Internet.

http://www.institutoninarosa.org.br/site/guarda-responsavel/adocao/

28 de setembro - Dia Mundial Contra a Raiva


Por Flávia Lôbo
Por iniciativa da Aliança Global para o Controle da Raiva (ARC), com o apoio daOrganização Pan-Americana de Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é comemorado anualmente, em 28 de setembro, o Dia Mundial de Luta Contra a Raiva.
A raiva é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus que acomete mamíferos, inclusive o homem, e é transmitida principalmente por meio da mordida de animais infectados. Ela provoca a morte de cerca de 55 mil pessoas por ano no mundo, principalmente na Ásia e África (99,9%).
De acordo com informações do Ministério da Saúde (MS), em 2015 foram registrados dois casos de raiva em humanos em todo o país, um no estado do Mato Grosso do Sul e outro na Paraíba. Neste ano, houve um caso registrado em Roraima. Atualmente, o Brasil encontra-se próximo à eliminação da doença.
O médico veterinário tem papel fundamental na luta contra a Raiva. Ele atua na vigilância, prevenção e controle da enfermidade. A presidente da Comissão Nacional de Saúde Pública do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CNSP/CFMV), Sthenia Amora, explica que o sucesso das ações de combate e prevenção está também na integração dos profissionais que atuam junto à saúde pública, saúde ambiental e saúde animal, agricultura e meio ambiente.
“Os dados epidemiológicos não são apenas balizadores para a tomada de decisão dos métodos profiláticos a serem adotados, mas também norteiam as ações dos médicos veterinários no controle animal, com consequente bloqueio do foco”, relata Amora.
A presidente da CNSPV/CFMV orienta que qualquer informação suspeita sobre a Raiva nos animais ou em humanos, como relatos de mordeduras ou arranhaduras, o profissional deve contribuir com a Vigilância em Saúde do seu município. “O veterinário deve sugerir à pessoa que sofreu um agravo por algum animal (cão, gato, animais silvestres ou de produção) ou contato com morcegos, a procurar atendimento médico para a profilaxia antirrábica, conforme indicado pelo MS ”, diz.
Amora alerta que os médicos veterinários, por suas atividades ocupacionais, estão expostos ao risco da infecção pelo vírus da raiva; portanto, eles devem ser submetidos ao esquema de profilaxia, pré-exposição e ao controle sorológico periódico.

Vacina
O Ministério da Saúde envia anualmente, para todo o país, doses da vacina antirrábica canina para a realização de campanhas de imunização de cães e gatos, de acordo com as programações estaduais e municipais. O envio dessas doses ocorre conforme a solicitação dos estados e obedece a critérios de avaliação de risco epidemiológico - ou seja, casos notificados de raiva humana e raiva canina, áreas de difícil acesso na região amazônica e áreas de fronteira com a Bolívia.
As vacinas para humanos chegam aos estados uma vez ao mês. No entanto, o MS esclarece que a administração desta vacina só é recomendada em casos de acidente de pessoas com animais.

Dados da doença
Entre 2009 e 2013, foram registrados 2,9 milhões de atendimentos antirrábico humano, apresentando uma média de 591,8 mil ocorrências ao ano, conforme o último boletim epidemiológico que analisa o perfil desses atendimentos.  A região sudeste foi a que teve maior número de notificações, com 1,1 milhão, seguida pela região nordeste, com 807,5 mil atendimentos.
No Brasil, já foram identificadas 7 variantes antigênicas: variantes 1 e 2, isoladas dos cães; variante 3, de morcego hematófago Desmodus rotundus; e variantes 4 e 6, de morcegos insetívoros Tadarida brasiliensis Lasiurus cinereus. Outras duas variantes encontradas em Cerdocyon thous (cachorro do mato) e Callithrix jacchus(sagui de tufos brancos) não são compatíveis com o painel estabelecido pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), para estudos do vírus rábico nas Américas.
Somente mamíferos são capazes de transmitir a raiva, dos quais caninos e felinos são as principais fontes de infecção em áreas urbanas brasileiras. No ambiente silvestres, os morcegos são os principais responsáveis pela manutenção do ciclo da doença. Contudo, outros mamíferos, tais como raposas, cachorro do mato, gato do mato, marsupiais e primatas também possuem importância epidemiológico. Já no ambiente rural, a Raiva acomete primordialmente os animais de produção, como bovinos, equinos e outros.
O ciclo da Raiva inicia com a penetração do vírus no organismo e, a partir do ponto de inoculação, multiplica-se, atinge o sistema nervoso periférico e posteriormente, o sistema nervoso central. Em seguida, dissemina-se por diversos órgãos até atingir as glândulas salivares, onde além de se multiplicar, é eliminado na saliva, que ao contaminar outros mamíferos reinicia o ciclo.
Cabem aos clínicos médicos veterinários a suspeita; a notificação de casos suspeitos e envio de material (amostras de sistema nervoso central) aos serviços oficiais ou aos laboratórios de referência para diagnóstico; vacinação de animais; apoio na observação de animais promotores de agravos (quando for o caso); orientação aos tutores/proprietários sobre a enfermidade e medidas de prevenção.

Educar, vacinar, eliminar
Por ocasião do Dia Mundial de Combate à Raiva, a OMS, OIE e a FAO divulgaram um comunicado incentivando os países a acelerarem os esforços para combater a raiva em três etapas.
Educar, através da sensibilização das populações em situação de risco divulgando informações sobre a doença; Vacinar, através da implementação de vacinação em larga escala e garantir a pronta entrega de tratamento em casos de diagnóstico de raiva; Eliminar, visando um mundo livre de mortes de raiva humana transmitida por cães até 2030.
Acesse a arte e detalhes da campanha de combate à doença, clique aqui.

 Assessoria de Comunicação CFMV
fonte: http://portal.cfmv.gov.br/portal/noticia/index/id/4830


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Filhote procura lar responsável. 22/09/16.


Esta linda cachorrinha bebê foi abandonada por gente sem caráter e agora precisa de ajuda para conseguir donos responsáveis e um lar digno, onde possa ser bem cuidada, amada e ter uma vida feliz. Quem puder ajudar pode entrar em contato com a Clínica Veterinária Morada dos Animais, Bairro: Centro, Embu das Artes, telefone: 47044808 ou 47042784. Mas antes de adotar pense bem pois animal dá trabalho, dá despesas, vive mais de 15 anos e é para sempre. Adoção é coisa séria e animal não é brinquedo.




segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Evite acidentes com animais peçonhentos.




Combate à dengue se faz todos os dias. Faça a sua parte.


Introdução
 
O Combate à Dengue é uma responsabilidade dos órgãos públicos e de toda população. O mosquito da dengue (Aedes aegypti) se reproduz em qualquer lugar que houver condições propícias (água parada limpa ou pouco poluída). A conscientização da população e a tomada de medidas são de fundamental importância para a redução e, quem sabe, a erradicação desta doença do Brasil.

Medidas de Combate à dengue (para eliminar os criadouros e evitar a reprodução e proliferação do aedes aegypti)

- Não deixar água parada em pneus fora de uso. O ideal é fazer furos nestes pneus para evitar o acúmulo de água;

- Não deixar água acumulada sobre a laje de sua residência;

- Não deixar a água parada nas calhas da residência. Remover folhas, galhos ou qualquer material que impeça a circulação da água.

- A vasilha que fica abaixo dos vasos de plantas não pode ter água parada. Deixar estas vasilhas sempre secas ou cobri-las com areia;

- Caixas de água devem ser limpas constantemente e mantidas sempre fechadas e bem vedadas. O mesmo vale para poços artesianos ou qualquer outro tipo de reservatório de água;

- Vasilhas que servem para animais (gatos, cachorros, aves, etc) beber água não devem ficar mais do que um dia com a água sem trocar e devem ser lavadas com sabão e escova.

- As piscinas devem ter tratamento de água com cloro (sempre na quantidade recomendada). Piscinas não utilizadas devem ser desativadas (retirar toda água) e permanecer sempre secas;

- Garrafas ou outros recipientes semelhantes (latas, vasilhas, copos) devem ser armazenados em locais cobertos e sempre de cabeça para baixo. Se não forem usados devem ser embrulhados em sacos e descartados no lixo (fechado).

- Não descartar lixo em terrenos baldios e manter a lata de lixo sempre bem fechada;

- As bromélias costumam acumular água entre suas folhas. Para evitar a reprodução do mosquito, o ideal é regar esta planta com uma mistura de 1 litro de água e uma colher de água sanitária.

- Sempre que observar alguma situação (que você não possa resolver), avisar imediatamente um agente público de saúde para que uma medida eficaz seja tomada. 


fonte: http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/combate_dengue.htm